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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Dilma: O adversário dos sonhos de qualquer candidato. Veja no vídeo:




Escolher o adversário é quase sempre mais importante que escolher os aliados, repetiu Tancredo Neves em janeiro de 1984, depois da vitória sobre Paulo Maluf no Colégio Eleitoral. “Fiz o possível para ter Maluf como oponente porque era o mais vulnerável entre os que poderiam ser apoiados pelo governo”, contou. Forçados a decidir entre um homem honrado e ûm sinônimo de corrupção, previu Tancredo, mesmo eleitores estreitamente ligados ao regime militar evitariam associar-se à imagem de Maluf. Acertou. “Para entender o resultado de uma votação, não se deve ver apenas quem ganhou, mas também quem perdeu”, ensinou. Frequentemente, o motivo principal de uma vitória é o derrotado.
Os partidos de oposição têm sorte: Lula escolheu por eles a adversária ideal. Como sabem há meses os frequentadores da coluna, como não demorarão a perceber milhões de brasileiros, Dilma Rousseff é incapaz de comunicar-se com cada parafuso da cabeça em seu lugar. Mais grave ainda, não tem nada de proveitoso a dizer. O mais popular dos presidentes entre os institutos de pesquisas de opinião acha que elege um poste. Até uma Dilma.
Lula também achou que transformaria Aloízio Mercadante em governador em 2006 e Marta Suplicy em prefeita em 2008. E achou até recentemente que todos os cinemas do país atravessariam 2010 tomados por multidões comovidas com a história do Filho do Brasil que virou presidente e campeão de popularidade. No fim de semana, o sucesso do século agonizava em São Paulo nas telas de duas salas semidesertas. Não vai sobreviver ao Carnaval.
Dilma é muito mais desastrada que Mercadante, muito mais arrogante que Marta e ainda mais bisonha que o filme. A cada discurso improvisado, a cada declaração em reuniões ou entrevistas, o país é reapresentado ao espetáculo aflitivo do orador sem rumo. O sujeito agride o predicado, o substantivo não cumprimenta o verbo, a concordância é chicoteada sem dó nem piedade, os gestos colidem com a garganta, a palavra volta na mesma linha sem ser chamada nem pedir licença, a voz vive inutilmente à procura do ponto seguro que não aparece. Lula trata o português com selvageria, mas é fácil entender o que está dizendo. Dilma é incompreensível.


Debate já: Entre FHC e Lula; O realismo contra as metáforas criacionistas






Nos comícios agora diários, além de aprenderem que demissão por abandono de emprego não vale para presidente da República, os brasileiros ficam sabendo que o Dia da Criação só deu as caras por aqui bilhões de anos mais tarde. Mais precisamente em 1º de janeiro de 2003, quando o maior governante desde o tempo das cavernas começou a cumprir a missão que a Divina Providência lhe confiou: construir um país.
Antes de Fernando Henrique Cardoso, recita o pregador, o que havia era pouco. Depois, restou o nada. Foi Lula quem fez o Brasil. Teria feito em sete dias se não existissem o Tribunal de Contas da União, o Ministério Público e o IBAMA. Só por isso a mais grandiosa das obras do PAC demorou sete anos. O atraso foi compensado pelo resultado.
O Brasil do Terceiro Milênio é uma beleza, deslumbram-se os ministros de Estado e a base alugada. Até frequenta o Clube das Potências como sócio-convidado, celebram os Altos Companheiros. E o que está bom demais vai ficar ainda melhor no governo de Dilma Rousseff, berra o resto do rebanho. Com a vitória da Mãe do PAC, berra o palanqueiro compulsivo, o milagre brasileiro vai deixar boquiabertos até chineses e americanos. americanos. Sem Dilma na gerência, o país irá submergir no buraco negro de onde Lula o tirou.
Neste domingo, com 968 palavras, Fernando Henrique enterrou no jazigo das malandragens eleitoreiras a fantasia costurada durante sete anos. O artigo ensina que o Brasil existia antes de Lula e existirá depois dele, seja quem for o sucessor. Incisivo, contundente e veraz, o texto exibe o legado de um estadista onde Lula finge enxergar a herança maldita.
“Gostaria que a eleição fosse no estilo nós contra eles, pão-pão-queijo-queijo”, repete o presidente desde outubro. Quem o conhece sabe que “nós” quer dizer Lula e que “eles” é o codinome de FHC no código do Planalto. No último parágrafo do artigo, Fernando Henrique primeiro reitera uma lição elementar (”Eleições não se ganham com o retrovisor: o eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças” para em seguida apanhar a luva atirada pelo sucessor: “Se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer”.
Não é difícil descobrir quem tem razão, avisou Sebastião Silveira num comentário aqui publicado. Basta promover um debate público entre os dois. Encampada pela coluna e por VEJA.com, que cuidarão de convidar os contendores, a ideia não tem contra-indicações ─ e os possíveis efeitos colaterais são todos positivos. Um foi presidente, outro logo deixará o cargo. Nenhum deles é candidato. O embate ajudará o eleitorado a escolher com mais segurança o próximo chefe de governo.
O fecho do artigo informa que FHC está pronto para o duelo. Lula vive dizendo que sonha com o debate que não pôde travar em 1994 e 1998. Duas vezes derrotado por FHC, o atual presidente não deve perder a chance de provar que o desfecho de um terceiro confronto seria diferente.
O Brasil merece conhecer a verdade. E precisa saber quem está mentindo.




Augusto Nunes





Coturno Noturno acaba de postar uma Petition Online, por um debate definitivo entre Lula e FHC. Assinem. Espalhem. Divulguem. Vamos acabar logo com esta mentira. Se querem briga, que encarem o inimigo de frente. Que sejam homens e não vermes.



Anti-forúm de Sao Saulo

Madeira: "A câmara esta renovada.Mas os costumes continuam de antigamente, ou pior" II


Até consigo entender...

De repente alguns vereadores de Imperatriz que tratavam seus mandatos como blindagem. Resolveram mostrar a cara para defender o que nem eles mesmo acreditam. Eles mesmo!
Legisladores que vêem seus mandatos como uma forma de obter poder financeiro e acrescentar no seu curriculun moral, alguns detalhes a ser comentado, como se fossem os mais novos ricos, é incrível como a cada eleição os novos freqüentadores dos espaços "Vips" mudam, como se a disputa fosse pela visibilidade, pelo marketing pessoal, a roda dos novos "snobys".  De onde vem esse poder financeiro? Quem paga essa conta?   É provável que suas ideologias socialistas, seus objetivos voltados ao bem comum, seus projetos aos menos favorecidos, fazem parte do histórico que eles não querem recordar. O interesse público foi trocado por suas astúcias negociadoras, mais uma forma antes esquecida, uma moeda de troca, uma espécie de "Toma lá da cá".  O objetivo virou-se ao próprio e não mais ao próximo.
É de total conhecimento, da sociedade local, com o mínimo de informação, o jogo político que parte do legislativo vem adotando, sobre pressões ao governo municipal.  Pressões por cargos, por aumento de repasse ao legislativo e até divisões de grupos de interesses pessoais. Claro, cada um com o seu!
Uma vez publiquei um post sobre a mudança que havia naquela casa de leis, uma comprovação do interesse do eleitor por mudança, quase cem por cento de renovação. Com o passar do tempo, retiro o comentário que fiz, onde naquele momento, via como uma vantagem para Madeira como prefeito, ter um legislativo sem vícios.  Pobre Madeira, até quando conseguirá conter os famigerados legisladores. 
"O objetivo virou-se ao próprio e não mais ao próximo".

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Dilma - Os crimes de ontem e as mentiras de hoje



ilma - os crimes de ontem e as mentiras de hoje

CONHEÇA DILMA - Mais informações extraídas do Site Reservaer

Coluna Tribuna Livre - publicado em 29 Jan 2010.




"O QUE ELES GOSTARIAM QUE FOSSE ESQUECIDO", OU MELHOR, O QUE GOSTARIAM QUE NÃO FOSSE DIVULGADO. Mas sempre haverá alguém para lembrar .

A candidata Dilma insiste em dizer que lutou contra a ditadura militar.   Mas,  conforme historiadores - Jacob Gorender e Daniel Aarão Reis  - da própria esquerda reconhecem,  longe de desejar a democracia, sua intenção era trocar uma ditadura por  outra.  Seu objetivo era instalar a ditadura socialista. 

Durante os governos militares, a  esquerda matou mais de 100 pessoas algumas delas seus próprios comparsas (http://quem-e-dilma-rousseff.blogspot.com/2010/01/voce-votaria-numa-ex-terrorista-entao.html)
A revista “Veja”, de 20 Jan 2010, edição 2148, apresentou o quadro abaixo (resumido):

ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS
1- Ação Libertadora Nacional (ALN). 
2- Comando de Libertação Nacional (COLINA).

3- Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).

4- Vanguarda Armada Revolucionária (VAR-Palmares).

5- Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8).

6- Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

7- PCdoB-Ala Vermelha.


INSPIRAÇÃO IDEOLÓGICA:  
1- Castrismo. 2- Trotskismo. 3- Trotskismo. 4- Trotskismo. 5- Trotskismo.6- Maoismo.7- Maoismo.

TÁTICAS QUE EMPREGAVAM:
1- Assaltos a bancos, ataques a carros-fortes, seqüestros, guerrilha rural.
2- Assassinatos, assaltos a bancos e roubo de armas.
3- Atentados a bomba, assassinatos, roubo de armas e guerrilha rural.
4- Assaltos a residências, bancos e carros-fortes.
5- Seqüestros, roubos e assaltos.
6- Guerrilha rural na região do Araguaia, entre 1972 e 1974.
7- Assaltos a carros-fortes, roubo de armas, seqüestros e invasão de estação de rádio.



QUEM MILITOU COM AÇÃO DE MANDO OU DE FORMA DESTACADA:
1- Paulo Vannuchi, José Dirceu, Aloysio Nunes Ferreira.
2- Dilma Roussef, Fernando Pimentel.
3- Fernando Pimentel, Diógenes de Oliveira.
4- Carlos Minc, Dilma Roussef.

5- Franklin Martins, Juca Ferreira, Fernando Gabeira.

6- José Genoino, Criméia Alice Schmidt de Almeida.

7- Tarso Genro, Élio Cabral de Souza.


O QUE DIZIA SEU PROGRAMA :
 
1- “Todos nós somos guerrilheiros, terroristas e assaltantes, e não homens que dependem de votos de outros revolucionários ou de quem quer que seja”
2- “O terrorismo, como execução (nas cidades e nos campos) de esbirros da reação deverá
obedecer a um rígido critério político” .

3- “Estamos exercendo hoje uma violência de vanguarda e não uma guerrinha do povo localizada”

4- “Formação do Estado Socialista, dirigido por Governo Revolucionário dos Trabalhadores, expressão da Ditadura do Proletariado ” (algo parecido com a história contada no livro "A REVOLUÇÃO DOS BICHOS).

5- “Mesmo após a tomada do poder será preciso aprofundar continuamente o conteúdo darevolução, (...) suscitando intensa luta ideológica que destrua as seqüelas da sociedade burguesa”

6- “A luta revolucionária em nosso país assumirá a forma de guerra popular


7- “Constituir-se-á um governo de transição para a ditadura do proletariado e para a etapa
socialista”


ONDE ELES ESTÃO ATUALMENTE

Paulo Vannuchi- Secretário de Direitos Humanos do Ministério da Justiça.
Aloysio Nunes Ferreira- Secretário da Casa Civil do Estado de S. Paulo (governo José Serra).


Dilma Rousseff- Ministra Chefe da Casa Civil da Presidência da República.
Fernando Pimentel- Prefeito de Belo Horizonte.

Diógenes de Oliveira- Ex-tesoureiro do PT/RS.

Carlos Minc- Ministro do Meio Ambiente.

Franklin Martins- Ministro das Comunicações.
Juca Ferreira- Ministro de Propaganda.
Fernando Gabeira- deputado federal.
José Genoino- Deputado federal.
Criméia Alice Schimidt de Almeida- Presidente da Comissão dos Familiares de Mortos e   Desaparecidos Políticos.
Tarso Genro- ministro da Justiça.
Élio Cabral de Souza- presidente da Associação dos Anistiados de Goiás.

VOCÊ COLOCARIA NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
ALGUÉM LIGADO A GRUPOS CRIMINOSOS?

fonte: Ferra Mula

Assessor de vereador agride jornalista do SBT em Grajaú-MA

                                          
              Nas fotos o agressor e assessor do vereador e o reporte agredido Djacy Oliveira do SBT

Jornalista do SBT da cidade de Grajaú-MA foi agredido por acessor do vereador Romilson, o repórter tentava obter entrevista do vereador que é acusado de trafegar com CNH (habilitação) falsa.

Veja as fotos e a reportagem no blog do jornalista agredido.


domingo, 7 de fevereiro de 2010

Programa Nacional Socialista dos Direitos Humanos - 3

O outdoor abaixo foi elaborado pelo Camarada Emmanuel Goldstein, do Comitê Central da Vanguarda Popular. O camarada presta a sua homenagem ao “Programa Nacional-Socialista dos Direitos Humanos”



Aproveito para divulgar o concurso aberto pelo Instituto Vanguarda Popular para dar efetividade ao Programa Nacional-Socialista dos Direitos Humanos:
*
Para garantir a execução do novo Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), o Instituto Vanguarda Popular © firmou um convênio com o Governo Leninista Federal e abre as inscrições de concurso público para preencher 100 mil vagas de Censurador Geral da União.


"O PT já nasceu corrompido"


Em entrevista concedida ao Jornal de Brasília, Olavo de Carvalho comenta a derrocada intelectual e moral do Brasil nas últimas décadas, resgata fatos da história recente do país, e destaca aspectos do modus operandi do PT: Eles também apelam à violência. Veja as mortes dos prefeitos de Santo André e de Campinas.
Os escândalos que atingiram recentemente o DEM em Brasília e o PT na época do Mensalão são resultado de uma degradação da moral e da intelectualidade nacional que vem ocorrendo há duas décadas no País, analisa o filósofo Olavo de Carvalho. "Se o Brasil ficar assim mais cinco anos, ele não se levantará nunca mais". O filósofo concedeu esta entrevista exclusiva ao Jornal de Brasília por telefone, de Richmond, no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, onde mora desde 2005. Na Academia, Olavo de Carvalho é considerado um crítico impiedoso das esquerdas brasileiras. Para ele, o Partido dos Trabalhadores enganou a sociedade.
"O prestigio do PT cresceu pelo discurso de combate à corrupção. Mas a máquina de corrupção do partido já estava sendo montada há muito tempo". Nessa avaliação, ele aponta que, no quadro partidário atual, o eleitor não tem opção, pois faltam candidatos que consigam ou sejam interessados em representar os anseios do povo brasileiro, que "é profundamente conservador, sobretudo no aspecto social".
Da mesma maneira, ele considera que há um monopólio de pensamento político no Brasil. "Isso não pode acontecer num país". Os desafetos de Olavo de Carvalho o classificam de direitista convicto ou até reacionário, rótulo que ele desdenha. "Qual é o problema de ser de direita? É proibido? Não tem sentido você proibir a direita e ao mesmo tempo falar em pluralismo democrático. Em todos os países, há esquerdas e direitas. Agora, com quem vou debater isso no Brasil? Com pessoas indignas, cuja obra intelectual é zero? Imagine se eu vou querer que essas pessoas me respeitem ou me reconheçam!"
Nos EUA, o filósofo ocupa o tempo com um curso de Filosofia a distância que tem adesão de vários alunos brasileiros. Ele também está preparando uma publicação sobre o pensador Mário Ferreira dos Santos.
* * *
O PT durante anos brandiu a causa da ética. Ao chegar ao poder foi desgastado pelo escândalo do mensalão. O DEM passou a levantar a mesma bandeira, mas foi tragado com o caso de Brasília. A defesa da ética tem alguma maldição?
Em primeiro lugar, o prestígio do PT cresceu pelo discurso de combate à corrupção, mas a máquina de corrupção do partido já estava sendo montada enquanto isso acontecia. Tanto que foi organizado um serviço de inteligência privado do PT, que ficou conhecido como PTPol. A coisa foi denunciada pelo governador Esperidião Amin (Santa Catarina), mas nada se investigou depois. Em 1993, quando houve aquela famosa CPI da Corrupção, a máquina já estava montada, já fazia três anos que o PT fundara o Foro de São Paulo, associando-se a organizações de traficantes e seqüestradores como as Farc (Força Armadas Revolucionárias da Colômbia) e o Mir chileno ao mesmo tempo em que, em público, pregava a moral e os bons costumes. Todo aquele combate aparentemente moralista era para encobrir o esquema. O PT foi o partido que mais enganou a população, pois ele já nasceu corrompido. Em segundo lugar, a decadência moral dos partidos acompanha a decadência geral do Brasil, que se aprofundou muito nos últimos 20 anos.
Para o senhor a desmoralização partidária é então resultado de um processo mais amplo?
A decadência não se dá apenas no aspecto moral, ela aconteceu intelectualmente. Nossos estudantes invariavelmente tiram os últimos lugares nos testes internacionais, abaixo de gente que vem de países muito mais pobres. Note que a produção de trabalhos científicos no Brasil aumentou bastante nos últimos anos. Mas as citações de pesquisas internacionalmente diminuíram muito, mostrando que a produção nacional tem cada vez menos valor para o progresso da ciência no mundo. A produção de trabalhos científicos tornou-se mera empulhação quantitativa para facilitar a caça às verbas. Compare o Brasil dos anos 50 a 70 com o atual. Tínhamos então uma infinidade de escritores e pensadores de nível mundial. Hoje, "intelectual" é o Jô Soares, é o Luís Fernando Veríssimo, é o Emir Sader. É comparar Atenas com a Baixada Fluminense. No campo moral, até se você usar como referência líderes de esquerda do passado como Carlos Marighella e Luiz Carlos Prestes, não há qualquer menção de que eles tivessem se envolvido com negociatas, com corrupção. Tanto que recentemente houve o episódio de a filha do Prestes negar-se a receber qualquer indenização do Estado, porque para ela isso mancharia a imagem do pai. Até os esquerdistas eram mais decentes naquele tempo. Agora, esse pessoal que está aí, descaradamente, assalta os cofres do Estado. Eles também apelam à violência. Veja as mortes dos prefeitos de Santo André e de Campinas.
Há luz no fim do túnel em outras legendas partidárias?
Os outros partidos são cúmplices. Hoje não se pode falar de esquerda e de direita, o que se tem é um sistema único. Destruíram o quadro partidário do Brasil.
O senhor defende que a polarização entre direita e esquerda ficou no passado?
O Brasil não tem uma direita há muito tempo. Nas últimas eleições presidenciais, os discursos de todos os candidatos eram semelhantes. O Partido Democratas foi inspirado na esquerda americana. Portanto, não pode ser considerado exemplo de partido conservador.
Como o senhor classifica o eleitor brasileiro? Desinformado e provinciano ou consciente, engajado, universalista?
O povo brasileiro é profundamente conservador. Sobretudo no aspecto social. É maciçamente contra o aborto, o feminismo radical, as quotas raciais, o gayzismo organizado. No entanto, não há político que fale em nome do povo: estão todos comprometidos com os lobbies bilionários que protegem esses movimentos.
Então a seu ver, falta hoje no quadro partidário quem traduza ou represente politicamente o pensamento da sociedade?
Não há candidato que defenda os valores em que o povo acredita. Aí fica esse vácuo. E a nossa suposta direita está mais interessada em comer dinheiro do governo. Se só há candidatos de esquerda, então o eleitor vai votar em quem? Durante as eleições, os candidatos camuflam o seu radicalismo, mas depois de eleitos, quando se sentem firmes no poder, tiram a máscara. Na eleição seguinte, o contingente de eleitores novos não sabe o que se passou e confia de novo em candidatos que já enganaram a geração anterior.
Por que os brasileiros votam em pessoas, em lugar de partidos?
O discurso dos partidos não é nítido. Numa eleição na Inglaterra, por exemplo, você tem uma direita e uma esquerda bem definidas. Você sabe quem é quem. Aqui nos Estados Unidos ninguém ignora que a Hillary Clinton é de esquerda, que o Glenn Beck é de direita, tal como todo mundo sabia que Ronald Reagan era de direita e Jimmy Carter era de esquerda. Apesar disso, nas últimas eleições, os americanos parecem que copiaram o Brasil: a postura dos democratas e dos republicanos foi igual, os candidatos ficaram jogando confete um no outro.
Há algum otimismo de sua parte quanto ao futuro do quadro político brasileiro, o senhor acredita em melhoras?
Poder melhorar sempre pode. Mas depende da ação humana. O nível de coragem política diminuiu assustadoramente no Brasil. As novas gerações são muito covardes. Se o Brasil ficar assim mais cinco anos, ele não se levantará mais. Veja o caso do filme que foi lançado sobre a biografia do Lula. Se aqui o governo financiasse um filme sobre a vida do Obama, isso daria em impeachment. No Brasil, a realização do filme do Lula não gerou nenhum protesto organizado. A reação está vindo do povo, que não vai ver o filme no cinema.
No seu modo de ver, como se dará à disputa entre a ministra Dilma Rousseff (PT) e o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nessas eleições presidenciais?
Os dois candidatos vão promover um campeonato de esquerdismo. Como o Serra tem alguns aliados conservadores, talvez ele venha com um discurso mais moderado, e sua eleição dê uma folga para que a direita possa se reconstruir, se ainda houver nela alguém interessado mais nisso do que em bajular a esquerda e participar do banquete de verbas públicas.
Para o senhor a ausência de discursos e de programas de direita empobrece a política brasileira?
O que o Brasil tem é um unipartidarismo disfarçado. Fui contra a exclusão da esquerda, durante o regime militar, como hoje sou contra a exclusão da direita. A normalidade do sistema deve estar acima das preferências partidárias, mas a esquerda se colocou acima do sistema, engoliu o Estado e o transformou em instrumento do partido. Note que nem mesmo os militares fizeram isso: no Parlamento, na mídia e nas cátedras universitárias havia mais esquerdistas naquele tempo do que direitistas hoje. Os milicos foram autoritários, mas não totalitários. Hoje estamos caminhando para o totalitarismo perfeito e indolor.

MSM

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Comentando... Será que é verdade?

Será que é verdade?
O blog só falo a verdade tentou informar em primeira mão que o procurador do município teria envolvimento em um caso de extorsão. logo depois fez um post dizendo que não passou de uma armação.
Na minha opinião acho que ele foi tirar uma peleca, quando voltou percebeu a mancada. Acabou corrigindo e pedindo desculpa.
É bom ter cautela e mostra que "só fala a verdade".

Deputados de Imperatriz
Os donos da bola em Imperatriz se mostram também indeciso e isso é problema na hora de fazer o gol.
A questão é que os possíveis candidatos a deputados estaduais ainda não se decidiram. Enquanto isso, as enxurradas de acordos vindo de outras cidades tomam o espaço vazio. Não acredito que vamos acabar como antes, sem representantes no estado, ou apenas um, já que temos apenas Valdinar Barros.

Enquete Elson Araujo
A grade repercussão da semana foram os votos recebidos por um candidato na enquete. Quem ?
O problema é que no segundo dia tinham mais de 500 votos. metade deles pra um candidato.
Aí ja viu, a xiadeira foi geral e conseqüentemente a desconfiança.
Se sem mandato ta assim, imaginem quando for eleito?!
Procurei alguns amigos pra me ajudar, perguntei se havia possibilidade de, como um computador votar várias vezes, a resposta foi que SIM, há possibilidade, por incrível que pareça é mais fácil que eu imaginava. Em outro post falo sobre essa fragilidade dos blogs. A grande vantagem é não ter comprovações ciêntificas para a enquete, seria mais um meio de incentivar e interagir que realmente comprovar alguma coisa.

As ruas da Vila Nova
Deu o que falar a semana passada. Tem vereador que ficou tiririca, mas sem razão! Um dos problemas dizem ser Dra.Rosângela ex-secretaria do governo anterior morar justamente na rua esburacada.
Como para este assunto temos um prazo para começar as cobranças, vamos esperar o tempo necessário, mas tenho certeza que alguma coisa ocorrerá. Aguardo ansioso, afinal, quem não quer ver o governo trabalhando?
Tem gente aguardando o prazo pra começar a arrumar a rua, eu prefiro que a prefeitura faça, não quero ter que queimar minha língua.

Lula lança um novo programa de governo

Um peso duas medidas


       
Na Venezuela, há quarenta cidadãos presos apenas por discordar de Hugo Chávez. Um deles é Raúl Baduel, ex-ministro da Defesa, que rompeu com Chávez por se opor aos planos do tirano de se perpetuar no poder. O Ministério das Relações Exteriores do Brasil nunca emitiu uma única nota de repúdio à prisão de Baduel. Desde que Lula assumiu a Presidência, há sete anos, o Itamaraty mantém silêncio a respeito das medidas autoritárias na Venezuela. Outros países recebem um tratamento diferente. A diplomacia brasileira, por exemplo, divulgou três notas criticando a repressão política em Mianmar, na Ásia, duas delas contra a prisão domiciliar da vencedora do Prêmio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi. O que motivou a posição desigual nos casos de Baduel e da dissidente birmanesa e em outros temas externos? Se fosse para defender os interesses nacionais do Brasil, o correto seria manter-se fiel aos princípios que norteiam as relações exteriores desde a promulgação da Constituição de 1988 – entre os quais a defesa dos valores democráticos e dos direitos humanos. "Contudo, o que tem orientado a diplomacia brasileira nos últimos anos são as posições ideológicas do partido que está no poder", diz Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil em Washington. "Com isso, o Itamaraty trocou uma política de estado por uma política partidária." A primeira interessava ao Brasil. A segunda, ao PT. A primeira obedece a princípios. A segunda, a bandeiras partidárias.
A política externa é atribuição do Poder Executivo e, como tal, está subordinada ao presidente da República. Em governos anteriores, as decisões nessa área levavam em conta o conhecimento técnico dos diplomatas de carreira, a tradição brasileira e os princípios universalmente consagrados da convivência pacífica entre os povos. Essa tradição foi rompida ao se delegar a política externa aos humores dos radicais esquerdistas. Para compreender o alcance do viés ideológico na definição da política externa brasileira, VEJA fez um levantamento de todas as notas oficiais divulgadas pelo Itamaraty desde 2003, o começo do governo Lula. No total, foram mais de 4 600 comunicados, muitos deles informes técnicos sobre viagens do presidente. A reportagem se fixou na análise de 296 dessas notas, justamente aquelas em que o Itamaraty dá a saber a posição oficial do Brasil a respeito de questões conflituosas ou polêmicas. São notas reveladoras.
As notas sobre o conflito no Oriente Médio são a manifestação clara de opção ideológica em detrimento dos interesses nacionais permanentes (veja o quadro ao lado). Ao Brasil, que almeja legitimamente aumentar seu protagonismo internacional, interessaria não o engajamento ao lado de um dos contendores, mas a mais notória neutralidade nas complexas disputas do Oriente Médio. O comprometimento do Itamaraty é ainda mais evidente nos temas latino-americanos. As notas defenderam manobras liberticidas dos governos esquerdistas da Bolívia, da Venezuela e de Cuba, mas condenaram a deposição do presidente hondurenho Manuel Zelaya. Como ficou claro no episódio, Zelaya decidiu rasgar a Constituição de seu país para, com o apoio de Hugo Chávez, dar um golpe. "O episódio de Honduras confirmou um fenômeno preocupante: as posições do Itamaraty e de Chávez na política regional coincidem quase sempre", diz José Botafogo Gonçalves, presidente do Centro Brasileiro de Relações Internacionais, no Rio de Janeiro.
O Executivo tem todo o direito de buscar suas preferências em política externa e – desde que isso tenha sido abertamente discutido na campanha eleitoral – fazer guinadas nos rumos da diplomacia. Os limites dessas manobras, porém, são dados pela tradição diplomática do país e pela persecução dos interesses nacionais permanentes – aqueles que são revertidos em benefício da maioria, e não da minoria no poder. Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama mudou o tom da diplomacia, mas não seus objetivos básicos: vencer a guerra ao terror e barrar a proliferação nuclear em países párias, para citar dois exemplos. No Brasil, a mudança de rumo foi desastrosa. É antiga, legítima e positiva para todos os brasileiros a reivindicação de um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A diplomacia petista está sempre reafirmando essa meta. Mas também não perde uma chance de arruinar qualquer possibilidade de isso vir a ocorrer. O alinhamento automático de Brasília com ditaduras da América Latina, Ásia e África é uma deferência aos radicais do PT, mas um desastre internacional de previsíveis, duradouras e trágicas consequências para as pretensões brasileiras.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Dilma derruba Luciana Gimenez


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010 | 21:57
Da Folha Online:
A exibição dos dotes culinários da virtual candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, no programa “Superpop”, ontem, fez o programa repetir a menor média de ibope registrada do ano.
A informação é da coluna Ooops! do UOL.
A atração terminou a noite em 5º lugar –atrás de Globo, Record, SBT e Band–, quase empatada com a TV Cultura. A média de ibope do programa de Luciana Gimenez foi 1,7 e o pico, 3,1 pontos.
O pior momento do programa ocorreu às 22h19, quando Gimenez se viu ultrapassada até pela minúscula e regional TV Gazeta, que marcava 2,1 pontos (”Caderno de Esportes”) contra apenas 0,6 ponto da Rede TV! –então em sexto e penúltimo lugar, quase empatada com TV Cultura
No horário geral do “Superpop”, a Globo marcava 28 pontos, a Record registrava 10; o SBT, 6, a Band 3 e a Gazeta, 1 ponto. Outros pré-candidatos à Presidência também participarão do quadro.

Aécio dirá em abril se aceita ser vice de Serra


Cotado para ser vice na chapa do PSDB que disputará a presidência, o governador mineiro Aécio Neves tomará uma decisão em abril ou maio e, até essa data, pretende ponderar o desempenho do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nas pesquisas de intenção de voto, dizem aliados. Se avaliar que o paulista sustenta a dianteira, é provável que abrace a causa. Do contrário, se dedicará à eleição em Minas Gerais.
Aécio diz que não está nos seus planos compor a chapa como vice. No entanto, a cautela se baseia no temor de que o favoritismo de Serra seja recall das eleições passadas e a tendência do governador seria perder espaço para os demais candidatos. Para os aliados de Aécio, ele não pretende entrar num projeto que, além de não ser seu, tem chances de derrota.
A cúpula do PSDB está convencida de que a chapa puro-sangue é a forma de vencer a candidatura governista da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). Ter um bom desempenho em Minas, dizem os caciques, seria a única forma de compensar a provável derrota no Nordeste. "Serra será candidato em qualquer circunstância, mas sabe que com Aécio a vitória fica mais próxima", afirmou um líder do partido.
Porém, enquanto Aécio caminha cautelosamente e pondera as chances de vitória do projeto tucano, os caciques do PSDB avaliam que a união entre os governadores seria o ingrediente que falta para abrir uma dianteira maior nas intenções de voto. Parte do PSDB sustenta a avaliação de que a consolidação do nome de Dilma junto ao eleitorado, o ambiente econômico e a alta popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva são fatores suficientes para Aécio decidir a favor da composição.
Negação - O governador de Minas vem repetindo publicamente de forma sistemática que pretende disputar o Senado e se dedicar à eleição de seu vice, Antonio Anastasia, no estado. São Paulo e Minas são os dois maiores colégios eleitorais no país. No terceiro, o estado do Rio de Janeiro, os tucanos acreditam também ter vantagem em relação ao PT, se tiverem na disputa "a dupla do Sudeste".
No caso de Aécio decidir ficar de fora do projeto Serra, outro nome tucano começa a circular nos bastidores. É o do senador Tasso Jereissati (CE). A explicação é simples: ele é do Nordeste e tem ótimo trânsito com o empresariado. "São duas importantes características que o Serra não tem", resumiu um integrante do PSDB.

Liberdade de Expressão

Aqui desfrutamos do poder.
Deitamos na liberdade de comunicação.
Nos embriagamos com as palavras que nos liberta.
Liberta da imprensa que dita as regras e corrompe a inteligência dos fracos,
da miséria da mente, da fraqueza de opinião, da decepção moral, da conformação, da alienação,
da fome...
da fome...
da fome...